segunda-feira, 20 de abril de 2020

A CASA DO INCESTO - PARTE II

Na noite de sábado, Douglas, o pai, chegou em casa, cansado de viajar, a família jantou junta reunida, Ana, a filha não parava de fitar Renata sua mãe e Róbson seu irmão, mal sabia ela que nesta mesma noite, o caso incestuoso entre mãe e filho iria se elevar a outro patamar. Renata colocou um sonífero na bebida de Douglas que sentiu-se muito sonolento após o jantar e foi deitar. Ana como de praxe, foi para o quarto ler, enquanto Douglas ficou até tarde na sala jogando videogame. Renata saiu de seu quarto e dessa vez, ajoelhou-se na sala e começou a mamar o Róbson ali mesmo, na sala. Róbson estava preocupado se o pai não acordaria ou até mesmo sua irmã aparecesse, mas parece que o perigo deixava Renata apta a cometer loucuras. Róbson com o pau latejando, gozou na boca de Renata que engoliu grande parte, mas deixou escorrer um pouco pelos lábios, era muita porra, o tesão da situação era inevitável. 


Ana, estava escondida e observou tudo, inclusive quando Renata disse que colocará sonífero na bebida do pai. Renata e Róbson foram para o quintal, para continuar a transa atrás da árvore. Ana, estava chocada com o que tava acontecendo, não sabia se revelava o que tinha visto, isso poderia acabar com sua família. Ana subiu até o quarto do pai, e o viu dormindo usando uma cueca samba-canção bem frouxa, daquelas ideais para dormir, seu peito cabeludo estava de fora, e sua pica grande parecia sair para fora da cueca. Ana ficou um tempo olhando aquela cena e levou a mão até sua buceta, agora Ana não estava diferente da sua mãe e do seu irmão, ela pensou por um momento que aquilo era loucura, mas que se fosse loucura, pecaria pelo mesmo pecado que sua mãe e seu irmão estava cometendo naquele momento lá fora, atrás da árvore. Pela janela do quarto de seus pais, Ana observava os dois atrás da árvores. Pareciam dois cachorros fudendo com lascivia. Ana ajoelhou-se perto da cama, pôs um dedo no pênis de seu pai, visivelmente dopado, aquele homem não iria acordar tão cedo. Ela continuou acaciriando, até que levou a mão na buceta molhadinha e depois a pica do seu pai, foi quando o pênis reagiu ao estímulo e começou a crescer. Ana assustou-se, mas seu desacordado pai não fazia menção de que acordaria e se acordasse, poderia pensar que tudo era um sonho, dado o nível grogue em que ele estava, Ana começou a masturbar seu pai bem devagarinho, até que escorreu uma babinha de tesão pelos seus dedos, ela o levou a boca. Morrendo de tesão, Ana sai do quarto, vai até a porta da cozinha e fecha a porta, para não ser surpreendida, volta para o quarto e com o pinto do seu pai duro, ela de pé, consegue introduzir na sua buceta e vai montando de leve...


o pai continuava desacordado, mas a rola continuava dura, ela ficou ali sentando na pica durante alguns minutos, levantou, foi para o quarto e se enfiou debaixo da coberta e bateu uma siririca. Renata e Róbson voltaram de sua aventura, Róbson entra no quarto e nota que Ana já estava dormindo, esgotada de ter gozado na siririca. Renata volta para o quarto e percebe algo diferente no seu marido, ele tá com o pinto duro e melado. Ela não sabe dizer o que aconteceu, mas no dia seguinte, Douglas irá revelar algo que pode fazer ela entender o que viu.


Continua...

segunda-feira, 13 de abril de 2020

A CASA DO INCESTO - PARTE I


Uma família de quatro membros, a mãe Renata, o pai, Douglas, a filha Ana e o filho Robson. Uma família normal, com um segredo muito bem guardado. As crianças estudavam em horários diferentes, Ana, estudava pela manhã e fazia treinos de ginástica a tarde, enquanto que Róbson estudava a tarde e fazia treinos de natação a noite. Renata trabalhava na parte da tarde e Douglas era um homem de negócios que trabalha viajando e pouco tempo fica em casa. A rotina de viagens de Douglas, deixava Renata aflita com relação a sexo. Um belo dia, Renata foi acordar seu filho Róbson e o pegou se masturbando, constrangimentos a parte, isso passou batido, mas Renata não podia deixar de ver o grosso caralho do seu filho já formado, a tensão fez ela molhar a calcinha naquele dia. Numa das noites em que Douglas estava viajando, Renata esperou Ana sair de casa cedo para estudar e pulou na cama do Róbson. Renata jogou o lençol sobre a cabeça do Róbson afim de que ele não visse quem era, enquanto roçava a buceta na pica do filho que aos poucos foi cedendo a tentação. Róbson sabia que só poderia ser a mãe, mas o tesão da juventude foi maior. Nessa hora ela pegou a pica do filho deu uma chupada e disse para ele não descobrir a cabeça por nada. Depois de molhar bem a pica, ela introduziu e começou a cavalgar e a gemer. Renata cavalgou forte na rola do filho, ambos nunca tiveram um sexo tão forte, naquele momento os corações de ambos pareciam explodir...


Róbson gozou fácil, mas Renata não saia de cima, ela continuava a fazer os movimentos para frente e para trás, até que a rola ficasse dura novamente. Renata acariciou o saco do Róbson com a ponta das unhas e aquilo fez com que a pica latejasse de tesão e ele novamente gozou.... Renata saiu de cima dele e correu para o banheiro. Róbson ficou na cama e começou a pensar que loucura foi aquela e como olharia para sua mãe novamente? Ao sair do quarto, Róbson percebeu que sua mãe estava trancada no quarto e falando com Douglas seu pai... Então, Róbson tomou café e saiu para a escola, só vendo a mãe a noite, quando toda a família estaria reunida. Róbson procurou não olhar a mãe diretamente nos olhos, mas na mesa do jantar, foi inevitável, ele sentava de frente para ela. Renata perguntou com um malicioso sorriso no olhar, se ele gostou do jantar que a mãe preparou. Ele respondeu que sim e dali em diante, sentiu que o assunto ficara no passado, que o segredo estaria mantido. Róbson não poderia estar mais enganado, naquela madrugada, com o pai e a irmã dormindo, Róbson estava na sala, jogando videogame, quando viu sua mãe passar no corredor e fez um sinal chamando-o. Ele foi ver o que era e encontrou a porta da cozinha aberta, ao chegar na porta da cozinha, viu sua mãe de lingerie indo para o quintal bem ao longe, para trás da árvore no escuro. Ele entendeu o recado e a tensão já aumentara... chegando atrás da árvore, no escuro, ele conseguiu ver que ela estava com a bunda empinada e rebolando...


Róbson botou pra fora, agachou-se e eu uma lambida rápida na buceta e já foi introduzindo seu grosso cacete... De pé, as estocadas foram bem forte, Róbson pegou-a pelo cabelo e estocava forte na buceta dela... Até que que depois de alguns minutos no bate-coxa, a buceta de Renata expulsou a rola de Róbson numa contração forte que culminou em um esguicho de orgasmo que molhou a perna de Róbson... Renata disse: “Bota de volta... bota de volta...” e ele o fez, continuou a meter forte quando a mesma cena se repetiu, dessa vez com as pernas de Renata tremendo e ela perdeu as forças, Róbson a segurou pela cintura, mas ela se recuperou, se ajoelhou e mamou na pica dele até gozar. Róbson guardou o cacete no calção e Renata foi na frente. Ela entrou no banheiro e foi tomar um banho, Róbson voltou para o quarto, onde encontrou com Ana, acordada e lendo um livro. Ela tinha visto que ambos foram para trás da árvore, mas ela não questionou... não por hora.


Continua...